Espaço das Américas passa por revitalização e deve reabrir em dezembro em Foz do Iguaçu

Obra de R$ 40 milhões prevê integração entre a antiga estrutura e o Marco das Três Fronteiras, ampliando os espaços voltados para cultura e lazer na região

O Espaço das Américas, em Foz do Iguaçu, está passando por obras de revitalização e deve ser reaberto ao público em dezembro deste ano. Fechado há mais de uma década, o local será incorporado ao complexo do Marco das Três Fronteiras e ganhará nova proposta voltada ao turismo, à gastronomia e à integração cultural entre Brasil, Paraguai e Argentina.

A reforma faz parte de um investimento de R$ 40 milhões e prevê a preservação das características arquitetônicas originais do espaço, aliada à implantação de novas estruturas e ambientes para ampliar a experiência dos visitantes. A proposta é transformar o antigo anfiteatro em um novo atrativo cultural e de lazer, com a criação de mirantes mais próximos ao encontro dos rios Iguaçu e Paraná.

A nova estrutura também contará com áreas gastronômicas, galerias expositivas, espaços culturais, passarelas, elevadores panorâmicos e rampas de acessibilidade. Entre os destaques estão o Mirante da Paz, a Praça da Integração e o Espaço Gastronômico das Américas.

Para Pablo Morbis, CEO do Grupo Cataratas, responsável pela administração do Marco das Três Fronteiras, o Espaço das Américas representa a continuidade de uma visão de longo prazo para o ponto turístico.

“A trajetória construída ao longo desses dez anos demonstrou a força do Marco das Três Fronteiras como indutor do turismo e do desenvolvimento regional. O Espaço das Américas amplia esse legado e cria novas oportunidades para que moradores e visitantes vivenciem a riqueza cultural e natural da Tríplice Fronteira”, afirma.

Sobre o Espaço das Américas

Inaugurado em 1997, o Espaço das Américas foi concebido para sediar debates e atividades voltadas ao Mercosul. Com mais de 2 mil metros quadrados de área construída, vista privilegiada para a tríplice fronteira e capacidade para até 400 pessoas, o local permaneceu fechado na última década devido a entraves burocráticos relacionados ao uso do terreno, que pertence ao governo estadual, à União e ao município.

Redação com assessoria
Foto: Rodrigo Soldon/ Flickr

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