Como as indicações geográficas podem transformar a hotelaria
Produtos regionais reconhecidos por sua origem agregam valor à experiência dos hóspedes e impulsionam o turismo sustentável em Santa Catarina
O turista contemporâneo busca mais do que uma boa acomodação; ele quer vivenciar a cultura e os sabores autênticos de cada lugar. Para debater como transformar essa demanda em oportunidade, a especialista Bianca Antonini apresenta a palestra “Como as Indicações Geográficas agregam valor à hotelaria” no dia 13 de agosto, das 13h35 às 14h15, na Sala Jurerê, durante o 37º Encatho & Exprotel, no CentroSul, em Florianópolis.
Integrando o projeto Destino Sul do Brasil – Terroirs e Experiências (parceria Sebrae/SC e ABIH-SC), o encontro mostrará como as Indicações Geográficas (IGs) valorizam menus, cafés da manhã, kits de boas-vindas e roteiros sensoriais. Além do reforço à identidade e ao storytelling regional, o uso de produtos locais gera sustentabilidade ao encurtar a logística e movimentar a economia dos territórios.
Santa Catarina já soma 12 IGs reconhecidas pelo INPI — como a Linguiça Blumenau, a Maçã Fuji de São Joaquim, os Vinhos de Altitude e o Mel de Melato da Bracatinga —, além de outras oito em processo de estruturação, incluindo as Ostras de Floripa e o Camarão de Laguna. Para unir teoria e prática, a feira Exprotel terá um espaço com exposição, QR Codes informativos e degustação dessas iguarias.
Com mais de 25 anos de experiência e mestrado em Turismo e Hotelaria, Bianca integra a programação do Encatho & Exprotel 2026, que ocorre de 11 a 13 de agosto sob o tema “Do Check-in à Conexão: O Futuro da Hospitalidade”. O evento reunirá o trade turístico para discutir inovação, gestão e sustentabilidade. As inscrições são gratuitas pelo site encatho.com.br, mediante a doação de um alimento não perecível.
Redação com assessoria
