Festival Ecos da Fronteira leva música, dança e arte à Praça da Paz em agosto

Evento gratuito será realizado no dia 8 de agosto, a partir das 18h, e reunirá atrações culturais, economia criativa e artistas da Tríplice Fronteira

A Praça da Paz, no centro de Foz do Iguaçu, será palco do Festival Ecos da Fronteira, que promete transformar um dos principais espaços públicos da cidade em um ponto de encontro entre arte, cultura e comunidade. A proposta é aproximar a produção cultural da população, incentivando a ocupação do espaço urbano por meio de atividades gratuitas de convivência e expressão artística.

O evento será realizado no dia 8 de agosto, a partir das 18h, com uma programação que reúne apresentações musicais, dança, intervenções artísticas e a Feira Extra da JK, valorizando artistas, coletivos culturais, artesãos e empreendedores locais.

Com o tema “Nas margens das muitas vozes”, o festival busca celebrar a diversidade cultural da Tríplice Fronteira, promovendo o encontro entre artistas, produtores culturais, expositores e o público. A iniciativa destaca as múltiplas identidades presentes na região entre Brasil, Paraguai e Argentina, além de fortalecer a produção artística local e estimular o intercâmbio entre diferentes linguagens culturais.

A realização do evento na Praça da Paz reforça a proposta de democratizar o acesso à cultura e consolidar os espaços públicos como ambientes de convivência, lazer e manifestações artísticas. A expectativa é reunir moradores e visitantes em uma noite marcada pela integração cultural e pela valorização da identidade fronteiriça.

A data escolhida para o festival também carrega um significado simbólico. Marcado para 8 de agosto (08/08), o evento faz referência ao símbolo do infinito, utilizado pelos organizadores para representar a continuidade dos encontros, das conexões e das trocas culturais que caracterizam a Tríplice Fronteira.

O Festival Ecos da Fronteira tem apoio da Secretaria Municipal de Turismo, da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, do Coletivo Cultural (CUFI) e do ITAI.

Texto: Maria Vitória de Moura.
Foto: Divulgação/ PMFI.

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