Como uma celebrante transforma histórias de amor em ritos inesquecíveis

Marcelle Ghieh percorre o mundo traduzindo sentimentos revela por que os detalhes da infância e a personalização são a alma de um casamento memorável.

Para muitos, o casamento é um contrato; para Marcelle Ghieh, é uma obra de arte escrita a quatro mãos. Com mais de 30 anos de trajetória e 1.500 celebrações no currículo, Marcelle não apenas conduz ritos; ela tece memórias. “Todos nós temos um dom. O meu é escrever, contar e assim criar um elo entre vocês, sua história de amor e seus convidados”, revela a celebrante, que traz na bagagem uma história de vida tão rica quanto as que narra no altar. Libanesa de nascimento e brasileira de coração, ela transformou sua formação em Direito e Turismo em uma ferramenta poderosa para unir casais de todas as fés e culturas.

A Magia mora nos Detalhes: O segredo da personalização

O que torna uma cerimônia inesquecível? Para Marcelle, a resposta está na generosidade de compartilhar a própria vida. Ela defende que os noivos não devem economizar nos detalhes ao relatar sua jornada. “Às vezes, uma recordação ou um acontecimento de infância pode deixar a história ainda mais rica”, explica. Fugindo do óbvio, ela utiliza questionários profundos para entender os sonhos e a essência de cada casal. Seja em uma cerimônia suntuosa ou em um momento intimista “sob as estrelas”, o foco é transformar o comum em algo extraordinário através da palavra personalizada e autêntica.

Fronteiras Invisíveis: uma voz que ecoa em vários idiomas

A atuação de Marcelle Ghieh não conhece limites geográficos. Poliglota fluente em cinco idiomas — árabe, francês, espanhol, inglês e português — ela já emocionou famílias na Alemanha, China, Líbano e até na República Democrática do Congo. Sua experiência é vasta: de casamentos duplos celebrados trilíngues a uniões memoráveis diante das Cataratas do Iguaçu. “É sempre uma experiência maravilhosa casar pessoas que escolhem o nosso país como palco, ou levar a emoção para qualquer lugar do mundo”, afirma. Para Marcelle, o idioma nunca é uma barreira, mas sim uma ponte para conectar corações em qualquer continente.

Texto: Silvana Canal MKT
Fotos: Acervo Marcelle Ghieh

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