{"id":26862,"date":"2026-04-17T13:36:00","date_gmt":"2026-04-17T16:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/?p=26862"},"modified":"2026-04-16T11:57:57","modified_gmt":"2026-04-16T14:57:57","slug":"do-cafe-da-manha-ao-jantar-parana-lidera-o-brasil-em-indicacoes-geograficas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/2026\/04\/17\/do-cafe-da-manha-ao-jantar-parana-lidera-o-brasil-em-indicacoes-geograficas\/","title":{"rendered":"Do caf\u00e9 da manh\u00e3 ao jantar, Paran\u00e1 lidera o Brasil em Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Estado re\u00fane 24 produtos reconhecidos e transforma tradi\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rio em desenvolvimento econ\u00f4mico<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Paran\u00e1, \u00e9 poss\u00edvel passar um dia inteiro \u00e0 mesa com produtos que carregam origem, tradi\u00e7\u00e3o e reconhecimento. Do caf\u00e9 da manh\u00e3 ao jantar, as<strong> Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas (IGs)<\/strong> revelam a diversidade produtiva do estado e transformam alimentos do cotidiano em ativos econ\u00f4micos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O dia pode come\u00e7ar com frutas como ponkan de Cerro Azul, uvas de <strong>Marialva e morango do Norte Pioneiro<\/strong>, acompanhadas de m\u00e9is produzidos em diferentes regi\u00f5es do estado. Antes, por\u00e9m, um chimarr\u00e3o com erva-mate S\u00e3o Matheus. \u00c0 mesa, a broa de centeio de Curitiba, combinada com queijos de <strong>Witmarsum e a crac\u00f3via <\/strong>de Prudent\u00f3polis, ganha ainda mais identidade ao lado de caf\u00e9s premiados do Norte Pioneiro ou de Mandaguari.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No almo\u00e7o, a tradi\u00e7\u00e3o aparece em pratos como o barreado do litoral, que pode ser precedido pela <strong>cacha\u00e7a de Morretes<\/strong> e incorporar ingredientes como o urucum de Paranacity. J\u00e1 a carne de <strong>on\u00e7a de Curitiba e os vinhos de Bituruna<\/strong> refor\u00e7am a conex\u00e3o entre gastronomia e territ\u00f3rio, que se estende at\u00e9 o caf\u00e9 da Serra de Apucarana, fechando a experi\u00eancia com produtos reconhecidos por sua origem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 tarde, entram em cena produtos como as tortas de Carambe\u00ed e as balas de banana de Antonina. \u00c0 noite, op\u00e7\u00f5es como as ostras de Cabaraquara ampliam essa experi\u00eancia gastron\u00f4mica, que pode ser finalizada com um ch\u00e1 de camomila de Mandirituba.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais do que compor uma mesa diversa, esses produtos ajudam a explicar por que o\u00a0<a href=\"https:\/\/sebraepr.com.br\/origens-parana\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paran\u00e1 lidera<\/a>\u00a0o n\u00famero de <strong>Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas no Brasil<\/strong>, com 24 registros, al\u00e9m de um reconhecimento compartilhado com Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O conjunto revela, em sabores, a for\u00e7a produtiva, a organiza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios e a identidade regional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As IGs s\u00e3o concedidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e atestam produtos com caracter\u00edsticas \u00fanicas vinculadas \u00e0 sua origem. Mais do que um selo, representam uma estrat\u00e9gia de valoriza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, prote\u00e7\u00e3o e posicionamento de mercado para produtores e regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A consultora do Sebrae\/PR, Maria Isabel Guimar\u00e3es, explica que a Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica estrutura e fortalece produtos que j\u00e1 possuem reputa\u00e7\u00e3o e v\u00ednculo com o territ\u00f3rio. No Paran\u00e1, esse trabalho come\u00e7ou de forma organizada em 2009, com o mapeamento de 35 produtos com potencial para reconhecimento. O primeiro registro veio em 2012, com os caf\u00e9s especiais do Norte Pioneiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA IG mobiliza toda a cadeia produtiva e transforma um produto em ativo do territ\u00f3rio. Os impactos v\u00e3o al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o: alcan\u00e7am o com\u00e9rcio local, o turismo e servi\u00e7os como design, rotulagem e pesquisa. A regi\u00e3o passa a ser reconhecida e procurada a partir daquele produto\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de agregar valor, o selo garante prote\u00e7\u00e3o legal: apenas produtores da \u00e1rea delimitada e que seguem crit\u00e9rios t\u00e9cnicos podem utilizar o nome reconhecido, o que evita imita\u00e7\u00f5es e fortalece a credibilidade no mercado. <em>\u201cExiste um antes e um depois da IG. O produto j\u00e1 existia, mas, com o reconhecimento, ganha organiza\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o. Isso gera renda, movimenta a economia local e fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade. E hoje \u00e9 totalmente poss\u00edvel termos uma rotina alimentar contando com alimentos que det\u00e9m a IG\u201d, <\/em>completa a consultora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A primeira IG do Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Norte Pioneiro, o caf\u00e9 \u00e9 mais do que uma cultura agr\u00edcola: \u00e9 mem\u00f3ria familiar. O produtor e presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Caf\u00e9s Especiais do Norte Pioneiro do Paran\u00e1 (Acenpp), Jonas Aparecido da Silva, de Pinhal\u00e3o, conta que sua fam\u00edlia trabalha com caf\u00e9 h\u00e1 mais de um s\u00e9culo, desde que seus antepassados vieram da Espanha, em 1918, para atuar na lavoura paulista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o produtor, o diferencial do caf\u00e9 com a IG est\u00e1 no terroir, a combina\u00e7\u00e3o de solo, clima e tradi\u00e7\u00e3o produtiva que resulta em uma bebida de sabor caramelo achocolatado e acidez mais baixa. <em>\u201cA Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica mudou muita coisa na nossa vida. Trouxe organiza\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia t\u00e9cnica, cuidado com a parte legal e financeira. Hoje a gente vende mais do que caf\u00e9: vende hist\u00f3ria, conte\u00fado e identidade\u201d, diz.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tradi\u00e7\u00e3o reinventada no campo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A produtora Franciele Rhenbach Hassel Bauer, encontrou no campo um modo de vida e um prop\u00f3sito. Formada em Agronomia, ela decidiu permanecer na propriedade da fam\u00edlia em Manfrin\u00f3polis, no Sudoeste do Paran\u00e1, e transformar a produ\u00e7\u00e3o de leite em valor agregado. O que come\u00e7ou como uma ideia voltada a queijos mais industrializados mudou de rumo em 2019, ap\u00f3s um curso de produ\u00e7\u00e3o artesanal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde ent\u00e3o, ela e o marido estruturaram a queijaria, conquistaram o registro da agroind\u00fastria e passaram a levar o queijo colonial da regi\u00e3o para feiras e eventos, fortalecendo um produto que carrega a hist\u00f3ria dos colonizadores europeus e o saber transmitido entre gera\u00e7\u00f5es. Mesmo sem tradi\u00e7\u00e3o familiar direta na atividade, Franciele se conectou a uma cultura presente no entorno, onde o queijo sempre foi complemento de renda e, hoje, se consolida como fonte principal para muitas fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a conquista da Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica, em 2025, a produtora destaca que o reconhecimento trouxe visibilidade e valoriza\u00e7\u00e3o imediata, especialmente em datas comemorativas, quando consumidores passaram a buscar o produto como presente diferenciado.<em>\u00a0\u201cA Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o. A gente v\u00ea todo esse trabalho sendo reconhecido e o consumidor vindo atr\u00e1s, querendo conhecer, provar e entender a hist\u00f3ria. O queijo colonial do Sudoeste carrega um saber fazer passado de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, e agora ele ganha valor, identidade e for\u00e7a para manter as fam\u00edlias no campo e desenvolver toda a regi\u00e3o\u201d, <\/em>afirma Franciele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela ressalta ainda que o selo ajuda a preservar a ess\u00eancia artesanal do produto, com t\u00e9cnicas predominantemente manuais, leite da pr\u00f3pria regi\u00e3o e receitas que respeitam a diversidade de saberes locais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sabor com identidade e hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Prudent\u00f3polis, a crac\u00f3via \u00e9 mais do que um embutido, \u00e9 parte da identidade cultural de uma regi\u00e3o marcada pela imigra\u00e7\u00e3o ucraniana. O empreendedor Jos\u00e9 Marcos Mahulak, relembra que a atividade come\u00e7ou de forma modesta, no fim dos anos 1990, como complemento de renda em uma mercearia familiar no interior. Na \u00e9poca, o foco era a produ\u00e7\u00e3o de lingui\u00e7as e derivados su\u00ednos, at\u00e9 que, a partir de 2010, a fam\u00edlia passou a investir na crac\u00f3via, enfrentando erros e tentativas at\u00e9 chegar a uma receita padronizada, inspirada em tradi\u00e7\u00f5es europeias e adaptada ao paladar local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Produzida a partir de cortes nobres do pernil su\u00edno, com sele\u00e7\u00e3o manual e defuma\u00e7\u00e3o lenta, a crac\u00f3via se consolidou ao longo das d\u00e9cadas, tornando-se um s\u00edmbolo gastron\u00f4mico regional. Com a organiza\u00e7\u00e3o dos produtores em associa\u00e7\u00e3o e o apoio de entidades como Sebrae\/PR e cooperativas, o produto conquistou a Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica, o que foi um marco que ajudou a ampliar sua visibilidade e consolidar a identidade do produto. <em>\u201cA IG trouxe visibilidade e colocou a crac\u00f3via em outro patamar. Hoje ela n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 de Prudent\u00f3polis, ela representa o Paran\u00e1. O selo fortaleceu a identidade do produto, deu mais seguran\u00e7a para o consumidor e abriu portas para divulgar nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o em feiras e eventos\u201d, <\/em>afirma Mahulak.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Identidade gastron\u00f4mica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na cozinha, essa riqueza ganha forma narrativa, explica o chef de cozinha do Tekoa, em Curitiba, Felipe Cavalcanti Zibetti de Souza, que utiliza produtos com IG em seu restaurante. Segundo ele, a escolha vai al\u00e9m do sabor, trata-se de afirmar identidade. <em>&#8220;Gastronomia \u00e9 express\u00e3o cultural. O que se come fala muito sobre quem somos. Um prato pode contar a hist\u00f3ria de um territ\u00f3rio\u201d, <\/em>conta Felipe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao criar receitas como uma lasanha elaborada com ingredientes de diferentes IG paranaenses, como queijos, embutidos e derivados de banana, o chef busca traduzir o processo hist\u00f3rico de forma\u00e7\u00e3o do estado. <em>\u201cA gente monta o prato usando produtos de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e, atrav\u00e9s deles, conta a forma\u00e7\u00e3o do povo e da cultura paranaense. A valoriza\u00e7\u00e3o dessas mat\u00e9rias-primas contribui para criar a identidade da gastronomia paranaense. Eles nascem dos nossos solos, das nossas influ\u00eancias \u00e9tnicas e ciclos econ\u00f4micos\u201d, <\/em>explica o chef.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A percep\u00e7\u00e3o do consumidor, segundo ele, \u00e9 positiva quando a narrativa acompanha o prato. <em>\u201cQuando o cliente entende de onde vem o produto e como ele \u00e9 feito, h\u00e1 mais confian\u00e7a. E confian\u00e7a \u00e9 base de qualquer rela\u00e7\u00e3o comercial\u201d, <\/em>conclui Felipe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;C<\/strong><strong>ulturas e biomas paranaenses<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As IGs paranaenses refletem a diversidade geogr\u00e1fica e cultural do estado. Litoral cai\u00e7ara, campos gerais, Norte Pioneiro, Sudoeste, Vale do Ribeira, regi\u00f5es de coloniza\u00e7\u00e3o italiana, alem\u00e3, ucraniana e holandesa, cada territ\u00f3rio imprimiu sua marca nos modos de fazer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa diversidade constr\u00f3i um mosaico econ\u00f4mico e cultural. Produtos como crac\u00f3via, queijos coloniais, mel, erva-mate, vinhos, bala de banana, p\u00e3o no bafo e carnes t\u00edpicas traduzem influ\u00eancias migrat\u00f3rias adaptadas ao solo paranaense.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o coordenador do F\u00f3rum Origens Paran\u00e1, diretor da Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos da On\u00e7a e diretor da Curitiba Honesta, S\u00e9rgio Medeiros, o selo de IG causa mudan\u00e7as que v\u00e3o do campo \u00e0 mesa, impactando a autoestima de quem produz, valoriza\u00e7\u00e3o comercial e at\u00e9 abertura de mercados internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ele, produtos certificados podem alcan\u00e7ar pre\u00e7os at\u00e9 quatro vezes superiores, al\u00e9m de contar com prote\u00e7\u00e3o formal da receita ou do modo de fazer. Na pr\u00e1tica, afirma S\u00e9rgio, \u00e9 plenamente poss\u00edvel montar um card\u00e1pio completo apenas com IG paranaenses. <em>\u201cTemos 24 tesouros no Paran\u00e1, produtos \u00fanicos que precisam ser contados primeiro para n\u00f3s mesmos e depois para o Brasil e o mundo. Quem prova percebe a diferen\u00e7a no caf\u00e9, na goiaba, no mel, nos queijos. Meu sonho \u00e9 que cada vez mais pessoas tenham acesso a esse privil\u00e9gio\u201d, c<\/em>ompleta S\u00e9rgio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em alguns casos, trata-se de Indica\u00e7\u00e3o de Proced\u00eancia; em outros, de Denomina\u00e7\u00e3o de Origem, quando se comprova que o pr\u00f3prio ambiente natural influ\u00eancia diretamente as caracter\u00edsticas do produto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Paran\u00e1 transformou seu territ\u00f3rio em estrat\u00e9gia e tradi\u00e7\u00e3o em ativo econ\u00f4mico. A cada x\u00edcara de caf\u00e9, fatia de queijo ou colherada de doce com selo de origem, reafirma-se que desenvolvimento regional pode nascer do respeito \u00e0 hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No fim das contas, montar uma mesa paranaense do caf\u00e9 da manh\u00e3 ao jantar n\u00e3o \u00e9 apenas exerc\u00edcio gastron\u00f4mico, \u00e9 uma s\u00edntese do pr\u00f3prio estado: diverso, produtivo e profundamente ligado \u00e0s suas ra\u00edzes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>As IGs do Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ostras do Cabaraquara, ponkan de Cerro Azul, broas de centeio de Curitiba, crac\u00f3via de Prudent\u00f3polis, carne de on\u00e7a de Curitiba, caf\u00e9 de Mandaguari, urucum de Paranacity, queijo colonial do Sudoeste do Paran\u00e1, caf\u00e9s especiais do Norte Pioneiro, morango do Norte Pioneiro, goiaba de Carl\u00f3polis, mel de Ortigueira, queijos coloniais de Witmarsum, cacha\u00e7a e aguardente de Morretes, melado de Capanema, vinhos de Bituruna, mel do Oeste do Paran\u00e1, barreado do Litoral do Paran\u00e1, bala de banana de Antonina, erva-mate S\u00e3o Matheus, camomila de Mandirituba, uvas finas de Marialva, tortas de Carambe\u00ed e caf\u00e9 da Serra de Apucarana.<br><br>Da assessoria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estado re\u00fane 24 produtos reconhecidos e transforma tradi\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rio em desenvolvimento econ\u00f4mico<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":26863,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35,9516],"tags":[2293,9517,802,9518,1125],"class_list":["post-26862","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","category-igs-parana","tag-desenvolvimento-economico","tag-do-cafe","tag-home","tag-indicacoes-geograficas","tag-parana"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26862","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26862"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26862\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26865,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26862\/revisions\/26865"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26863"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/silvanacanal.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}